Cumpriu seu ritual. Na noite, véspera de mais um duelo, colocou as armas na mesa e as viu vitoriosas como nas doze vezes anteriores. Deitou-se confiante e aguardou o sono que traria as imagens da sua vitória, como nas vezes anteriores. O sono o encontrou confiante. Na manhã seguinte descobriram que havia fugido. Preferiu a pecha eterna de covarde do que ver mais um de seus sonhos se tornar realidade.(texto publicado na revista Minguante nr.04 - http://www.minguante.com)
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